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Sejam bem-vindos ao nosso novo website

Bem-vindos ao nosso novo website. Estamos muito entusiasmados em poder compartilhar sobre a Associação Águia de uma nova maneira que seja fácil de acessar e de utilizar.

Dependemos de patrocínio constante para todas as necessidades do projeto e para ajudar os adolescentes e as famílias com as quais trabalhamos.

Ficaríamos tão gratos si você poder ajudar-nos com uma oferta ou com uma doação mensal, e isto contribuiria na transformação das vidas de muitas pessoas!

Associação Águia
CNPJ 08.241.248/0001-56
Banco do Brasil – 001
Agência 1201-7 Jaguaré
Conta corrente: 16450-X

 

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Visita do Tom Yaccino

Tivemos o privilégio de passar dois dias com Tom Yaccino nosso mentor do projeto “Indivíduos Inspirados”, do Tearfund, que veio para ficar conosco esta semana. Ele encorajou-nos muito, como sempre, e nos inspirou a continuar com nosso desejo de ver as vidas dos jovens transformadas.

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Treinamento em Bogotá

O treinamento em Bogotá foi incrível. Eu aprendi muito sobre planejamento estratégico e aproveitei muito com os outros membros do projeto de “Indivíduos Inspirados” do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Argentina, Peru, Bolívia e nossos líderes Tom e Joni dos EUA!

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“Deus já está lá!”

Tim Richardson visita a fundação casa de São Paulo.

“Imaginem nossa surpresa quando ao invés de um tour da cidade de São Paulo, nossos amigos George e Cally ligaram para mim e meu colega Nick no hotel para avisar que íamos visitar a Fundação CASA, onde George e Cally e a equipe da Associação Águia trabalham. Estávamos-nos ao mesmo tempo entusiasmados e apavorados, mesmo porque as regras da Fundação CASA estipulam que Nick deveria trocar os shorts para calças compridas sem aviso e sendo que já tínhamos fechado a conta do hotel e feito a mala!

E então, chegamos ao portão da prisão, uma estrutura de concreto amedrontadora e inclemente, cercada por um trafego ensurdecedor.

Passando pelos numerosos controles de segurança e encontrando uma variedade de guardas e empregados, fiquei impressionado pelo fato de ter muitas mulheres trabalhando e ajudando lá, que por sua vez é um centro de detenção masculino.

Mesmo assim, foi astuto o pensamento, pois são as mulheres que para muitos destes jovens representam sua segurança, pois muitos deles cresceram em situações precárias somente com a mãe.

Quando finalmente chegamos ao pátio, que estava extremamente quente e cercado por toda parte de alojamentos (basicamente celas) e por um muro incomensurável, eu comecei a ficar preocupado porque senti que eu estava muito longe da minha zona de conforto.

O que eu ia falar para uns assassinos, traficantes, estupradores e criminosos reincidentes sobre os quais eu leio nos jornais ou vejo nos filmes mas quem eu nunca encontrei antes? Esses indivíduos certamente seriam maus e sombrios, insensíveis depois de anos passados sem regras morais e sem limites nas próprias vidas.

Eu gosto muito quando Deus aparece. Pois Deus estava e com certeza está naquele lugar. “Porque você vieste me ver quando eu estava na prisão“ fala assim na Bíblia e eu mesmo tinha aprendido estas palavras de garoto e de jovem. Ver George e Cally vivendo esta palavra na pele e participar disso só durante poucas horas foi uma montanha russa emocional com certeza, e nela Deus estava carregando a mim e meu colega Nick e regozijando-se com isso.

Meu medo e minha incerteza foram logo substituídos por reverencia e maravilha e encanto.

Um jovem se juntou á nos no ‘tour’ de visita ás celas, salas de aula, ás cozinhas e os banheiros. A historia dele é tanto entristecedora quanto alegre. Eis aqui um jovem quem aos treze anos viu a própria mãe se suicidando e em seguida achou sua fama como membro de uma gangue cometendo todos os piores crimes do mundo. E depois ele encontrou a Deus. Ele chora muito. Seu rosto é luminoso e não demonstra nenhum sinal de trauma ou dor. Mesmo assim tudo aquilo deve estar lá com ele de baixo da superfície em cada minuto de sua vida.

Ele conhece o amor e o perdão de Deus á traves do George e dos outros funcionários que ele encontrou, homens que podem mostrar outros papeis para que ele fique diferente. Ele vai ser solto logo, e tem alguma esperança para o futuro. Apesar de ter sua ficha criminal apagada quando ele fizer 18 anos, não vai ser fácil para ele e para os outros jovens, enquanto lutam para que suas vidas tenham sentido tanto no meio do caos das vidas anteriores quanto mais provavelmente dentro de um novo recomeço .

Minha curiosidade sobre como deve ser para um jovem estar preso, foi virada do avesso, pois eles estavam tanto interessados e fascinados com Nick e eu, se não mais do que nos estávamos com eles.

E Deus estava lá. Falamos com o grupo de sessenta jovens, mais alerta e curioso que qualquer outra plateia corporativa com quem já falei. Conversamos sobre nossas vidas no Reino Unido, sobre nossas famílias, nossas esperanças para as Olimpíadas, sobre a justiça britânica, e claro, sobre futebol – uma linguagem comum no mundo inteiro e algo que supera as diferenças. O fato de ter comprado uma camisa do Corinthians bem naquela manhã me ganhou um voto de confiança!

Falamos por uma hora creio eu, e poderíamos ter falado por muito mais tempo. Eu me lembro de um jovem que fez umas excelentes e criteriosas perguntas e com uma expressão no rosto tão brilhante e com tanto entusiasmo que eu mesmo o encorajei em pensar em virar professor – tamanha era sua fome pelo conhecimento. Átraves do simples relacionamento com os jovens, eles logo nos disseram quem era o melhor jogador de futebol do grupo, quem era o comediante e quem tinha outros talentos dentro da prisão.

Ao partir, eu percebi que estava segurando minhas próprias lagrimas (eu pensei que não é bom se mostrar sentimental na prisão!) enquanto apertava as mãos de ladroes e assassinos, que são simplesmente jovens que se perderam no caminho. Eu fiquei emocionado enquanto falávamos com o Diretor, um homem modesto e inspirador, que tem um MBA e que sentiu um chamado para fazer a diferença e dar o seu melhor para mudar vidas. Ele e o George constituem uma parceria incrível, e Deus esta claramente usando isto para transformar pessoas quebradas.

O que ficou conosco ao partir? Eu vi o potencial nas vidas dos jovens, que foram roubados pelas circunstancias e a educação. Eu vi a esperança sentada ao lado da realidade e um futuro difícil. Eu experimentei o calor da humanidade compartilhada e o toque de Deus em nossas vidas só com esta breve visita. Eu fui mudado através de uma experiência que viverá comigo para sempre.

Claro que eu tive experiência espiritual com Deus quando trabalhei com lideres e corporações, mas tenho que admitir que as vezes é difícil de achar Deus neste tipo de ambiente. Se quisermos conhecer á Deus e achar á Deus, então vamos nós onde estejam os pobres. Vamos nós onde as viúvas estejam e vamos nós onde os presos estejam – e especialmente os jovens. Choremos nós com Ele sobre as vidas quebradas e então nós acharemos o coração de Deus para o seu povo. E com certeza é um coração grandioso, caloroso, amoroso e clemente.

Tim Richardson

Tim Richardson é um dos diretores da ‘It´s Original Ltd´, uma empresa de soluções de desenvolvimento de liderança para grandes clientes corporativos, ONGs e indivíduos. Ele estava trabalhando em São Paulo com um de seus clientes e espera poder retornar.

 

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“Experimentando os sapatos da outra pessoa”

Cally Magalhães – o trabalho com jovens na Fundação CASA em São Paulo.

Como você consegue ajudar jovens com histórico violento a deixar suas vidas de crime para trás quando eles saem da prisão? Cally Magalhães encontrou uma resposta surpreendente.

Ela foi cofundadora da Associação Águia, que oferece uma nova chance para os jovens na Fundação CASA de São Paulo. Uma chave para o sucesso do seu processo de reabilitação é a técnica de psicodrama – “inversão de papeis”.

Os jovens constroem cenas improvisadas, explica Cally. Eles entram nos papéis não só de ladrões ou sequestradores, mas também experimentam o papel da vítima ou dos parentes das vítimas, o policial que os prendeu, a mãe deles etc.

“Em certos momentos congelamos a ação e perguntamos ao jovem no papel, por exemplo, sobre a vítima: “o que você está sentindo”?” Entrando no papel eles realmente começam a entenderem como uma vítima se sente.’ diz Cally. O resultado para muitos dos jovens é dramático e um grande número viram as costas para o crime. Dos jovens que participaram em 10 sessões ou mais 80% NÃO reincidiram! Às vezes, tudo que você precisa para ver o mundo com olhos diferentes é aprender a “caminhar nos sapatos de uma outra pessoa.”

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A festa pega fogo no Brasil!

A festa continua no Brasil | Taxi Hyundai FIFA World Cup ™. Fãs brasileiros mostram para Maya e Tom como comemorar uma vitória em verdadeira moda brasileira. Maya também acompanha Daniel Cutting, profissional de ‘freestyling’ para visitar jovens infratores na Fundação CASA e mostrar suas habilidades.

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